Cheirando Café


domingo, 2 de janeiro de 2011

Silêncio

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Altive, ergue-se em frente ao mar
debruça a vista rumo horizonte
tudo e nada disputam o olhar
são batidas guardadas no peito
de algúem tão franzino e sem jeito

e o frasco azul  c
                             a
                                   i
                                        u ...
e não,

qu e      br             o             u  . ..

.
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Allan Diniz / Marisa Carvajo / José krishnamurti

4 comentários:

Gisa Carvalho disse...

O importante é isso: que não quebre!

Wolney Batista disse...

Muito bom o poema, Allan (é poema, né?) Gostei muito da brincadeira com as palavras, parece mais interativo.
Abraço

Péricles Davy disse...

"são batidas guardadas no peito
de algúem tão franzino e sem jeito"

Marisa Carvajo disse...

batidas guardadas no peito.
dentro de uma caixinha pra ninguém saber que existem, nem eu mesma.